SEÇÃO 31 #29 – “Repentance”

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Roberta Manaa e Waldomiro encaram esse episódio cheio de assuntos polêmicos! Venha você também para esse vespeiro em que nos enfiamos no Quadrante Delta!

Qual sua opinião sobre a questão da pena de morte? Justiça mesmo ou apenas vingança? Tirar uma vida como forma de punição ou prevenção é válido? Até onde devemos ceder aos nossos medos mais primários? Essas e outras questões são levantadas nesse episódio, onde a Capitã Janeway mais uma vez se encontra numa situação complicadíssima!

Antes de adentrar essa história, venha discutir conosco as ótimas novidades sobre a nova série de Star Trek, que são muito empolgantes! Daí logo em seguida, testemunhe guardas truculentos espancarem prisioneiros, revolte-se mais uma vez com a ineficaz segurança interna da Frota Estelar, jogue umas partidas de Kadis-Kot com prisioneiros que se aproveitam de sua nobreza, e o principal: prepare celas de prisão que não usem os malditos e ineficazes campos de força! 

Leitura da sinopse: Roberta Manaa

Tempo de duração: 114 min


Star Trek – Voyager 

“Repentance”

7ª Temporada 

Episódio 13

Diretor: Mike Vejar

Roteiro: Robert Doherty

Argumento: Michael Sussman & Robert Doherty

Música: Paul Baillargeon

Data de exibição original: 31 de janeiro de 2001

Trailer


COMENTADO NESSE PODCAST:

  • Podcasts que discutimos exclusivamente as questões de Primeira Diretriz em Voyager:

SEÇÃO 31 Intercom #15 | Voyager e a Primeira Diretriz – Parte 1

SEÇÃO 31 Intercom #17 | Voyager e a Primeira Diretriz – Parte 2

  • E claro… nossos queridos personagens terciários da vez:

Ayala

Lydia Anderson

Brian Sofin (que inclusive é um dos oficiais remanescentes da USS Equinox!)


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  • xassot

    É triste ouvir agora o Waldomiro elogiando o Bryan Fuller, depois que a gente sabe que ele não vai ser mais o showrunner

    • Tartaruhga Muhtante

      Pura verdade. A saída dele foi um puta chute no saco.

  • Ronaldo Santos Pereira

    Olá Waldomiro, você e Roberta questionaram o porque de, sempre a Jornada usar prisões baseadas em campos de força e dependentes de fornecimento de energia, bom, eu tenho uma teoria, vamos ver se ela vinga: a ideia é que se você usa grades, mesmo que tramas (como aquelas para galinhas e reforçadas) você daria margem a uma tentativa de suicídio ou tortura. Imagine que um carcereiro seja familiar de um preso, ele poderia facilmente entrar na cela alegando levar alimentos e lá dentro jogar o detento contra as grades e depois dizer que ele tentou se matar, prático não? agora com o campo de for;a isso n’ao ĵe possivel, pelo menos nas celas da federação, já que ele repele o impacto, como uma cama elástica. Agora você diria, é as paredes? neste caso uma vigilância resolveria o caso e jogar o prisioneiro contra uma parede não seria nada prático visto que seu ferimentos seriam perceptíveis e mes mo os suicidas saberiam que não é nada prático tentar se matar jogando-se na parede.
    Talvez o único ponto falho em tudo isso é a ausência de backup (nobreak) para segurar o campo em caso de pane no sistema, mas isso também poderia ser relevado se a matriz for única para todo o sistema. E ai? fui bem ou não, se não, me diz ai no que poderia eu melhorar nessa teoria. uM GRANDE abraço a vocês e Vida Longa e Próspera!

  • Tartaruhga Muhtante

    Eu sou bem cínico com relação ao conceito do “cidadão-de-bem” (sobre porte-de-arma, pena-de-morte, etc). Sobre isso um amigo meu, que é psicólogo, certa vez disse “o cidadão-de-bem que tem a violência como solução pra tudo”.