SEÇÃO 31 INTERCOM #26 | Viajando no Tempo com a Nova Geração – Parte 2

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De volta para o passado e futuro com a
TNG! De novo!

Fernando Afonso (Nerd Trekker), Fernando Torelly (Reguladores), Roberta Manaa, Thiago Maldonado (Diário do Capitão) Waldomiro continuam viajando pelo tempo e espaço com Picard & cia. nessa segunda e última parte!

Distorções temporais, vórtices temporais, fragmentos temporais, poderes do Q… os métodos diversos para viajar no tempo continuam! Mas será que é viagem no tempo em todas as ocasiões?

Nesse programa final temos loops temporais, uma misteriosa cabeça de 500 anos do DataPicard nos tempos da Academia da Frota, um suicida Alexander do futuro e um emocionante series finale recheado de technobabbles!

Venha conosco nesse papo animado, cheio de elogios e reclamações diversas. E lembremos sempre do mais importante: em Star Trek não devemos matar os aliens no fim das histórias, cacete!!!

 Tempo de duração: 77 min


Ouça a primeira parte deste podcast, no link abaixo:

SEÇÃO 31 Intercom #25 | Viajando no Tempo com a Nova Geração – Parte 1


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  • Olavo Lima

    Desculpa Trekkie : Ele ficou careca antes do tempo por trabalhar nos campos forçados romulanos

  • AzBats

    Legal a referência a “Star Trek: Nemesis” ao usarem uma foto/montagem do jovem clone de Picard interpretado por Tom Hardy (que, quem diria que interpretaria Mad Max no futuro).

  • Gordura do Ultra

    Gostei muito do episódio , eu gosto muito do episódio final , realmente a questão do no futuro não ser a Enterprise poderia ser furo , a não ser que o que importa seja o raio sendo feito no mesmo lugar com diferença de tempos …

    Sobre o negócio do agradecer poderia ser o fato do Q ter mostrado ao Picard o quão longe pode ir , além de que foi a partir desse que o Picard realmente se sente em familia com a tripulação , mas enfim realmente se pensar em como seria o teste , e que o Picard seria o culpado pelo paradoxo , ai é estranho mesmo , afinal se o Picard nada soubesse , não ocorreria , só se de alguma forma o paradoxo fosse mesmo acontecer , com o Picard la , mas o Q só deu um jeito de faze-lo viajar entre as épocas pra entender , ou mesmo na parte que o Q intervem e mostra a Terra laaaaa do inicio quando mostra ao Picard que a vida não surgiu por causa da vórtice que revertia tudo esta bem em cima da Terra nessa era , dai que Picard vê que ela causa a extinção e que é um paradoxo , ja que ela cresce quanto mais tempo reverte no tempo

  • Tartaruhga Muhtante

    Tom Hardy ,como clone do Picard , me lembrava o Will Wheaton careca.

  • Tartaruhga Muhtante

    Um lance que sempre me incomodou no Data é que sua rede positrônica não pode ser copiada, duplicada, etc. O Dr Soong realmente projetou seus andróides de modo que eles não pudessem conhecer e replicar sua arquitetura neural? Digo, o Data e os outros podem armazenar todas as memórias em backup, mas de que adianta se a cabeça dele for completamente estilhaçada? Ele é um ser com uma tecnologia projetada pra, a hora que der uma cagada dessas, ser perdida completamente? Isso configura uma situação muito “irreparável”. Acho uma saída muito fácil pra dar “mortalidade” pro personagem e criar comoção pela morte dele. Até entendo a intenção de tornar o personagem “único” , mas não consigo engolir esse lance do andróide morrer DEFINITIVAMENTE, se eu criasse um robô de ficção, e ele explodisse como o Data no Nemesis, dane-se, tem corpo de “estepe” e backup reserva pra resolver.

    • http://secao31.blogspot.com.br/ Waldomiro Vitorino

      Pois é, isso pra mim é uma daquelas noções datadas da série. Se o Data fosse reimaginado hoje em dia, não daria mais pra engolir isso.