SEÇÃO 31 #33 – “The Big Goodbye”

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Dixon Hill na área! 

Ricardo, Roberta Manaa, Thiago Maldonado (Diário do Capitão) e Waldomiro entram no holodeck e testemunham o nascimento de um dos clichês mais bacanas da franquia: problemas no holodeck!

No meio de uma missão diplomática, o capitão Picard se diverte como um detetive particular de livros pulp pra relaxar e as coisas saem dos trilhos de forma muito divertida! Aproveitamos para relembrar os outros personagens de holodeck de oficiais da Frota no 24, tentamos entender algumas inconsistências, encontramos outras e nos perguntamos: seria o chiclete que a Crusher engoliu, o novo Gato de Schrödinger?

E falando na Dra. Crusher, será que iria rolar uns amassos ali com o Picard na sala do Dixon Hill? Nunca saberemos, caro ouvinte… mas de todas as dúvidas, resta a maior: 

Por que o Data não correu com o historiador baleado para um hospital, caceta?!

Ah! E nesse podcast também comentamos algumas das novidades sobre a vindoura série de 2017!

Leitura da sinopse: Roberta Manaa

Tempo de duração: 149 min


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Star Trek – The Next Generation

“The Big Goodbye”

  • As outras participações na franquia de:

Dick Miller (vendedor da banca de jornal)

Gregory Itzin (que recusou o papel de McNary, o policial amigo de Dixon Hill)

Mike Genovese (Policial canastrão que dá um chiclete pra Dra. Crusher)


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  • Ronaldo Santos Pereira

    Olá, foi bacana relembrar o surgimento do Holodeck na jornada nas Estrelas, tornando-se, como já dito, um amável clichê para a série. Em um determinado momento foi mencionado que o HoloDeck tem a capacidade de um teletransporte, essa teoria não é válida no canone, já que o site ussventure.eng.br fez algumas pesquisas nas fontes Trek e elaborou um compendio técnico de como funcionaria, confira em: http://ussventure.eng.br/index2.htm. como se percebe o HoloDeck gera hologramas (não é redundância) envolvido por campos de força para dar textura e dureza bem como a aspereza necessária para “enganar” o cérebro. Um dos protocoloes de segurança é impedir que haja impacto excessivo ou que a proximidade de objetos perfurocortantes ou pesados seja danoso ao corpo, para isso os computadores devem ter noção clara do que é pertencente ao HoloDeck do que não o é, gerando uma série de incongruências, como a mensionada no cast, a respeito do baton no rosto de Picard. De resto, parabéns pelo cast, o Valdomiro sabe que admiro muito, pois mantém viva a chama dos trekkers.
    Para finalizar uma notícia: o Netflix vai liberar todos os episódios de todas as séries da franquia até o fim do ano e tem uma parceria com a cbs para a liberação dos episódios da nova série de tv: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/star-trek-chega-a-netflix-em-2016/60344
    Grande abraço.

    • http://secao31.blogspot.com.br/ Waldomiro Vitorino

      Olá Ronaldo! Ótimas suas dissertações sobre a tecnologia do Holodeck! No entanto, o lance da tecnologia, dela ter relação com o teletransporte é algo que é dito já no promeiro episódio. O Holodeck não tem a capacidade de teletransporte, de fato isso nunca foi estabelecido. Mas tentando entender aquele lance do Wesley dizer que “todos poderiam desaparecer”, tentei elaborar que como o Holodeck tem tecnologia que deriva do transporte (conforme já explicado na série), eu tentei especular fazendo uma extrapolação pra tentar racionalizar essa frase esquisita do Wesley, dentro que sabemos sobre essa tecnologia. O Holodeck, teletransporte e sintetizador são tecnologias que tem certa relação entre si. Afinal os 3 lidam com matéria e energia em algum grau. Eu imagino que (fazendo extrapolação) que com linhas de programação específicas e ajustes diversos, dentro do holodeck seria possível talvez sintetizar algo ou mesmo teletransportar (mais uma vez: com ajustes, upgrades, programação, etc). Mas enfim, estou apenas extrapolando e imaginando no podcast pra tentar entender essa frase do Wesley. No geral, achei uma grande forçada de barra por conta dele!
      Abraço e fique sempre à vontade pra comentar por aqui!

  • xassot

    De acordo com o Memory Alpha, a Enterprise-D teve quatro engenheiros-chefe antes do La Forge:
    Lieutenant Commander Sarah MacDougal
    Lieutenant Commander Argyle
    Lieutenant Logan
    Lieutenant Commander Leland T. Lynch